Porque as
riquezas não duram sempre; e duraria
a coroa de
geração em geração?
Pv. 27:24
As
riquezas não duram para sempre, essa é a verdade. Os patrimônios são de Deus,
nós somos apenas herdeiros temporários. Se és rico, te cabe o dever de zelar
pela riqueza, sem contudo, esquecer de fazê-la circular em benefício da
coletividade.
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Não fiques
esperando herança dos teus progenitores, para que possas firmar na vida.
Trabalha sem pensar em tal preocupação porque o que recebes sem esforço próprio
pode te confundir a existência.
Quando
Deus achar conveniente, Ele colocará os recursos nas mãos certas.
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O
interesse ainda vigente no coração da criatura é herdar bens materiais. Por que
não pensar no legado moral dos seus pais?
O ouro do
Espírito dura eternamente, e é sempre luz no caminho.
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A posição
é passageira, mas a honra é duradoura.
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Todos nós
temos um quinhão na vida par cuidar. Se nos faltarem os cuidados poderá surgir
a perda, antecipando os sofrimentos para nos corrigirmos. A grande vinha de
Deus pertence igualmente a todos por justiça, porém, às vezes, é dado mais a
quem tem muito, por faltar disposição e fé em quem nada possui.
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Os homens
lutam pela independência socioeconômica, entretanto, poucos se interessam em
livrar-se da ignorância, por lhes faltarem o ânimo para duras corrigendas.
Parece ser o “Conhecereis a verdade e ela vos libertará”, caminho estreito e
pouco convidativo.
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O
patrimônio legítimo assenta raízes no amor. Quem renuncia aos bens materiais na
hora em que deve tomar posse deles, tem medo da sua influência e não cumpre o
seu dever diante de Deus. Quem conhece a verdade, nada teme.
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O apego é
que escraviza, e não a posse; a usura é que distorce a verdade, e não o
cuidado; o egoísmo é que perturba a consciência, e não o zelo.
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Todos
somos herdeiros das belezas imortais da criação e da felicidade dos filhos de
Deus. Elas moram igualmente dentro de nós em formas variáveis, nos atendendo na
dimensão em que os nossos entendimentos alcançam.
De “GOTAS
DE AMOR”, de João Nunes Maia, pelo Espírito Carlos

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