domingo, 8 de março de 2026

ALAVANCA DE LUZ

  

O Dinheiro compra a Sustentação.

A Vida vem de Deus.

O Dinheiro, porém, nas mãos da Criatura que aprende a viver e a servir com o amparo de Deus é capaz de melhorar as condições de existência para legiões de pessoas.

 

O Dinheiro compra a Cultura Acadêmica.

A Inteligência vem de Deus.

Mas, nas mãos da Criatura que aprende a viver e a servir com o Amparo de Deus, pode espalhar escolas e livros beneficiando extensas comunidades.

 

O Dinheiro compra a Farmácia.

A Saúde vem de Deus.

Entretanto, nas mãos da Criatura que aprende a viver e a servir, com o Amparo de Deus, o Dinheiro consegue movimentar providências e adquirir os remédios necessários ao alivio ou à cura de numerosos doentes.

 

O Dinheiro compra o Conforto.

A Alegria vem de Deus.

No entanto, nas mãos da Criatura que aprende a viver e a servir, com o Amparo de Deus, o Dinheiro pode repartir parcelas de felicidades em todas as direções.

 

O Dinheiro compra o Leito.

O Repouso vem de Deus.

Contudo, nas mãos da Criatura que aprende a viver e a servir, com o Amparo de Deus, o Dinheiro consegue oferecer agasalhos e cobertores, protegendo o sono dos companheiros que a penúria assinala.

 

O Dinheiro é Força.

O Poder vem de Deus.

Mas, nas mãos da Criatura que aprende a viver e a servir, como Amparo de Deus, o Dinheiro é capaz de promover socorro e consolação para muita gente.

 

A Criatura vem de Deus.

Deus é a Vida em todos.

E o Dinheiro nas mãos da Criatura que aprende a viver e a servir, com o Amparo de Deus, é sempre uma Bênção de Esperança e uma Alavanca de Luz.

 

 

 

Livro: Endereços de Paz – André Luiz – Chico Xavier

sábado, 7 de março de 2026

AJUDE SEMPRE

 

Diante da noite, não acuse as trevas. Aprenda a fazer lume.

*

Em vão condenará você o pântano. Ajude-o a purificar-se.

*

No caminho pedregoso, não atire calhaus nos outros. Transforme os calhaus em obras úteis.

*

Não amaldiçoe o vozerio alheio. Ensine alguma lição proveitosa, com o silêncio.

*

Não adote a incerteza, perante as situações difíceis. Enfrente-as com a consciência limpa.

*

Debalde censurará você o espinheiro. Remova-o com bondade.

*

Não critique o terreno sáfaro. Ao invés disso, dê-lhe adubo.

*

Não pronuncie más palavras contra o deserto. Auxilie a cavar um poço sob a areia escaldante.

*

Não é vantagem desaprovar onde todos desaprovaram. Ampare o seu irmão com a boa palavra.

*

É sempre fácil observar o mal e identificá-lo. Entretanto, o que o Cristo espera de nós outros é a descoberta e o cultivo do bem para que o Divino Amor seja glorificado.

 



 

 

De “AGENDA CRISTÔ, de Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito André Luiz

sexta-feira, 6 de março de 2026

A PRECE

 


A oração não será um processo de fuga do caminho que nos cabe percorrer, mas constituirá uma abençoada luz em nossas mãos, clareando-nos a marcha.


Não representará uma porta de escape ao sofrimento regenerativo de que ainda carecemos, mas expressará um bordão de arrimo, com o auxílio do qual superamos a ventania da adversidade, no rumo da bonança.


Não será um privilégio que nos exonere da enfermidade retificadora, ambientada em nosso próprio templo orgânico pela nossa incúria e pela nossa irreflexão, no abuso dos bens do mundo, entretanto, comparecerá por remédio balsamizante e salutar, que nos renove as energias, em favor de nossa cura.


Não será uma prerrogativa indébita que nos isente da luta humana, imprescindível ao nosso aperfeiçoamento individual, todavia, brilhará em nossa experiência por sublime posto de reabastecimento espiritual, susceptível de garantir-nos a resistência e o valor na tarefa de renunciação e sacrifício em que nos cabe perseverar.


Não será uma outorga de recursos para que os nossos caprichos pessoais sejam atendidos, no jardim de nossas predileções afetivas, contudo, será uma dispensação de forças para que possamos tolerar galhardamente as situações mais difíceis, diante daqueles que nos desagradam, em sociedade ou em família, ajudando-nos, pouco a pouco, a edificar o santuário da verdadeira fraternidade, no próprio coração, em cujos altares amealharemos o tesouro da paz e do discernimento.


Ainda mesmo que te encontres no labirinto quase inextrincável das provações inflexíveis, ainda mesmo que a tua jornada se alongue sob o granizo da discórdia e da incompreensão, em plena sombra, cultiva a prece, com a mesma persistência a que te induzas na procura da água para a sede e do pão para a fome do corpo.


Na dor, ser-te-á divino consolo, na perturbação constituirá tua bússola.


Não olvides que a permanência na Terra é uma simples viagem educativa de nossa alma, no espaço e no tempo, e não te esqueças de que somente pela oração, descobriremos, cada dia, o rumo que nos conduzirá de retorno aos braços amorosos de Deus.
 


 

(Francisco Cândido Xavier/Emmanuel. Em: À luz da oração)

quinta-feira, 5 de março de 2026

CAMINHO CERTO

 

Não te esqueças de que a tua vida toma a direção dos teus passos.

O caminho que percorrer é o de teus interesses e necessidades.

Existem caminhos para os cimos e estradas para o abismo.

Acautela-te contra os atalhos — caminhos de aparência tranquila mas repletos de desilusões.

É penoso recomeçar a jornada, depois de longo trecho percorrido.

Certifica-te de que estejas no rumo certo.

Facilidades extremas são indícios de caminhos sinuosos.

Muitas pedras de tropeço são degraus de ascensão, escoras para os teus pés.

Não te apresses. Passo a passo, avança sustentando a cruz.

 

 

 

(De “Vigiai e orai”, de Carlos A. Baccelli,
pelo Espírito Irmão José)

quarta-feira, 4 de março de 2026

BEM AVENTURANÇAS

 

“Bem aventurados sereis quando os homens
vos aborrecerem, e quando vos separarem,
vos injuriarem e rejeitarem o vosso nome
como mau, por causa do Filho do homem.”
Jesus (Lucas, 6:22)
 

O problema das bem aventuranças exige sérias reflexões, antes de interpretado por questão líquida, nos bastidores do conhecimento.

Confere Jesus a credencial de bem aventurados aos seguidores que lhe partilham as aflições e trabalhos; todavia, cabe-nos salientar que o Mestre categoriza sacrifícios e sofrimentos à conta de bênçãos educativas e redentoras.

Surge, então, o imperativo de saber aceitá-los.

Esse ou aquele homem serão bem aventurados por haverem edificado o bem, na pobreza material, por encontrarem alegria na simplicidade e na paz, por saberem guardar no coração longa e divina esperança.

Mas... e a adesão sincera às sagradas obrigações do título?

O Mestre, na supervisão que lhe assinala os ensinamentos, reporta-se às bem-aventuranças eternas; entretanto, são raros os que se aproximam delas, com a perfeita compreensão de quem se avizinha de tesouro imenso. A maioria dos menos favorecidos no plano terrestre, se visitados pela dor, preferem a lamentação e o desespero; se convidados ao testemunho de renúncia, resvalam para a exigência

descabida e, quase sempre, ao invés de trabalharem pacificamente, lançam-se às aventuras indignas de quantos se perdem na desmesurada ambição.

Ofereceu Jesus muitas bem-aventuranças.

Raros, porém, desejam-nas.

É por isto que existem muitos pobres e muitos aflitos que podem ser grandes necessitados no mundo, mas que ainda não são benditos no Céu.

https://ssl.gstatic.com/ui/v1/icons/mail/images/cleardot.gif


 

Emmanuel/Chico Xavier
Livro: Pão Nosso

terça-feira, 3 de março de 2026

BILHETE FRATERNO


 “Qualquer que vos der a beber um copo d’água
em meu nome, em verdade vos digo que
não perderá o seu galardão”. Jesus (Marcos, 9:41)
 

            Meu amigo, ninguém te pede a santidade dum dia para outro.
            Ninguém reclama de tua alma espetáculos de grandeza.
            Todos sabemos que a jornada humana é inçada de sombras e aflições criadas por nós mesmos.
            Lembra-se, porém, de que o Céu nos pede solidariedade, compreensão, amor.
            Planta uma árvore benfeitora à beira do caminho.
            Escreve algumas frases amigas que consolem o irmão infortunado.
            Traça pequenina explicação para a ignorância.
            Oferece a roupa que se fez inútil agora, ao teu corpo, ao companheiro necessitado que segue à retaguarda.
            Divide, sem alarde, as sobras de teu pão com o faminto.
            Sorri para os infelizes.
            Dá uma prece ao agonizante.
            Acende a luz de um bom pensamento para aquele que te precedeu na longa viagem da morte.
            Estende o braço à criancinha enferma.
            Leva um remédio ou uma flor ao doente.
            Improvisa um pouco de entusiasmo para os que trabalham contigo.
            Emite uma palavra amorosa e consoladora onde a candeia do bem estiver apagada.
            Conduze uma xícara de leite ao recém-nascido que o mundo acolheu sem um berço enfeitado.
            Concede alguns minutos de palestra reconfortante ao colega abatido.
            O rio é um conjunto de gotas preciosas.
            A fraternidade é um Sol composto de raios divinos emitidos por nossa capacidade de amar e servir.
            Quantos raios libertasse hoje do astro vivo que é teu próprio ser imortal?
            Recorda o Divino Mestre que teceu lições inesquecíveis em torno do vintém de uma viúva pobre, de uma semente de mostarda, de uma dracma perdida...
            Faze o bem que puderes.
            Ninguém espera que apagues sozinho o incêndio da maldade.
            Dá o teu copo de água fria.

 



Francisco Cândido Xavier
por Emmanuel
In Segue-me!...

segunda-feira, 2 de março de 2026

ASSEIO VERBAL



“Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe,
mas só a que for boa para promover a edificação.”
– Paulo. (EFÉSIOS, 4:29)
 
 

Quanto mais se adianta a civilização, mais se amplia o culto à higiene.

Reservatórios são tratados, salvaguardando-se o asseio das águas.

Mercados sofrem fiscalização rigorosa, com vistas à pureza das substâncias alimentícias.

Laboratórios são continuamente revistos, a fim de que não surjam medicamentos deteriorados.

Instalações sanitárias recebem, diariamente, cuidadosa assepsia.

Será que não devemos exercer cautela e diligência para evitar a palavra torpe, capaz de situar-nos em perturbação e ruína moral?

Nossa conversação, sem que percebamos, age por nós em todos aqueles que nos escutam.

Nossas frases são agentes de propaganda dos sentimentos que nos caracterizam o modo de ser; se respeitáveis, trazem-nos a atenção de criaturas respeitáveis; se menos dignas, carreiam em nossa direção o interesse dos que se fazem menos dignos; se indisciplinadas, nos sintonizam com representantes da disciplina; se azedas, afinam-nos, de imediato, com os campeões do azedume.

Controlemos o verbo, para que não venhamos a libertar essa ou aquela palavra torpe.

Por muito esmerada nos seja a educação, a expressão repulsiva articulada por nossa língua é sempre uma brecha perigosa e infeliz, pela qual perigo e infelicidade nos ameaçam com desequilíbrio e perversão.



 

Francisco Cândido Xavier por Emmanuel. In: Palavras de Vida Eterna

ALAVANCA DE LUZ

    O Dinheiro compra a Sustentação. A Vida vem de Deus. O Dinheiro, porém, nas mãos da Criatura que aprende a viver e a servir com o ...