Como o carvão é para a brasa e a lenha para o fogo, assim é o
homem contencioso para acender rixas. Pv. 26:21.
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A insinuação para o mal é fósforo aceso em monte de palhas
secas. É bagaço de cana em chamas, atirado em pastagem estorricada pelo sol.
A mente desprevenida da vigilância cristã está sujeita a
terríveis problemas, se ouvir e executar conselhos desprovidos da moral
evangélica.
Quem não seleciona o que ouve, entra na disciplina da justiça.
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O carvão guarda a chama que se esconde, podendo surgir a
qualquer momento. A boca fechada é o carvão da mente; se faltar o resguardo,
poderá queimar quem ouve, ou destruir o que está feito em favor do bem.
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Cuida de ti mesmo, concernente à tua evolução, e deixa os outros.
Todos fomos criados iguais, com tendências idênticas.
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Não sejas intermediário de discussão entre teus semelhantes.
Quem serve de ponte tem que suportar o peso que por ela passa.
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O carteiro entre as notícias fechadas em envelopes; o maldizente,
espalha as notícias anunciando e apregoando fatos que a indulgência condena. O
primeiro trabalha no dever com honra, o segundo desonra o dever do respeito.
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Insinuar a intriga, é desprezar a paz e fazer crescer o ódio.
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O verbo que destila veneno encontra sempre morte em seus passos.
A língua que esqueceu a educação e a disciplina, escraviza a
alma.
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Pensa muito antes de falar e medita mais antes de escrever,
porque somos aquilo que falamos e escrevemos.
Ninguém nega a sua identidade na conversa, nem esconde o que tem
no interior da escrita.
De “Gotas de Amor”
de João Nunes Maia
pelo Espírito Carlos)

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