sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

CONVITE AO OTIMISMO







“Estou cheio de conforto, transborda-me
o gozo em toda a nossa tribulação.”
(2ª Epístola aos Coríntios: capítulo 7º, versículo 4.)


Não vitalizes tristezas nem desencantos, apesar das configurações de sofrimentos que surjam e se avolumem pela senda que percorres.

Quando tudo parece perdido, invariavelmente uma solução surge, inesperada, providencial. E se não se materializa a resposta almejada, diretriz melhor conduzirá o problema de maneira salutar para ti mesmo, se te dispuseres esperar.

Sombras não se modificam com sombras.

O pântano não renascerá drenado com a condenação da lama.

Mister esparzir luz e fazer canais providenciais.

Para tanto, o homem deve impor-se a tarefa de abrir janelas de otimismo nas salas onde dominam tristezas e arejar escaninhos pestilenciais de pessimismo  mediante o aroma da esperança.

Pessimismo é enfermidade que engendra processo de psicose grave por antecipação de um mal que, talvez, não ocorrerá.

A cada instante as circunstâncias geram circunstâncias outras, fatores atuais compõem fatores futuros, dependendo da direção que lhes imponhas.

Não te canses, desse modo, exageradamente sob o peso da nostalgia ou te entorpeças asfixiado pelos tóxicos das frustrações que todos experimentam..

Entrega-te a Deus e deixa-te conduzir tranquilamente.

Otimismo é estímulo para o trabalho, vigor para a luta, saúde para a doença das paisagens espirituais e luz para as densas trevas que se demoram em vitória momentânea.

Nas duas traves da Cruz, quando tudo pareceria perdido, o Justo, em excelente lição de otimismo, descerrou os painéis da Vida Verdadeira, morrendo para ressurgir em gloriosa madrugada de Imortalidade, que até hoje é o canto sublime e a rota segura, plena de alegrias para todos nós.



Convites da Vida
Divaldo Pereira Franco por Joanna de Ângelis.


quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

CONVITE À ORDEM






“Mas faça-se tudo com decência e ordem.”
(1ª Epístola aos Coríntios: capítulo 14º, versículo 40.)



Ninguém desconsidere o imperativo da ordem, sejam quais forem os argumentos nos quais estribe as próprias reações.

Ordem é sinônimo de evolução, de equilíbrio. Muitas vezes, constrangidos pelas circunstâncias, somos convocados à rebelião na pressuposição de que arrebentando as amarras a que nos atamos poderemos fruir liberdade.

Liberdade, todavia, que não se condiciona a diretrizes de segurança, mui facilmente se converte em indisciplina que promove a anarquia e favorece a libertinagem...

A ordem conduz ao entendimento dos deveres que ampliam as possibilidades do ser a benefício do progresso.

Nesse particular a obediência às normativas superiores é dever impostergável para os superiores resultados da vida.

Como devem os pais responsabilidade e esforço em prol da educação e da preservação dos filhos, a estes cabem a submissão e a obediência.

Nem a chocante subserviência às condições arbitrárias, nem a indiferença em face aos desvarios que se avolumam por toda parte.

Ordem significa, também, subordinação à Divina Vontade sem exigências nem imposições.

Indispensável compreender a escala da evolução que a todos nos identifica e a todos nos caracteriza. Assim considerando, há aqueles que são os responsáveis pelo progresso, impulsionando a conquista e aqueles que são cooperadores em diversos estágios do trabalho edificante. Contribuindo com humildade e resignação, o homem se transforma em verdadeiro instrumento do bem, desdobrando possibilidades e mantendo as condições de eficiência para o engrandecimento do mundo e das demais criaturas.

Em toda parte a ordem é mensagem de Deus testificando a Sua Imarcescível Grandeza e Perfeição.



Convites da Vida
Divaldo P. Franco por Joanna de Ângelis

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

CONVITE À ORAÇÃO







“Senhor, ensina-nos a orar.”
(Lucas: capítulo 11º, versículo 1.)


Nenhum motivo, por mais ponderável, conforme suponhas, pode constituir impedimento.

Razões expressivas não há que se transformem em empeço.

Atribulações que te assoberbem não significarão óbice ao ministério renovador.

Todas as coisas sob a sua claridade mudam de aspecto e as características antes deprimentes, sombrias, sofrem significativas transformações, ressurgindo com tonalidades mui diversas.

Ante a dúvida ou a ulceração moral constitui-se segurança e bálsamo refazente.

Mister, porém, fazer uma pausa no turbilhão, permitindo que o carro do desespero continue correndo, sem brida para encontrar o local de realizá-la.

Exige, como todas as coisas, condições adequadas para culminar o objetivo superior de que se encarrega.

É possível improvisá-la qual se fora um atendimento de urgência, em situação de combate.

Terapêutica preciosa, porém, solicita maior dosagem de cuidados para colimar resultados mais poderosos.

Esse antídoto, a qualquer mal, é a oração, a pausa refazente em que o espírito aturdido salta as barreiras impeditivas colocadas pelas turbações de toda ordem, a fim de alcançar as usinas inspirativas do Mundo Excelso.

Arrimo dos fracos, amparo dos combalidos, sustento dos sofredores, dínamo dos heróis, vitalidade dos santos, perseverança dos sábios, coragem dos mártires, a oração é o interfone por meio do qual o homem fala aos Ouvidos Divinos e por cujos fios recebe as sublimes respostas.

Faze um intervalo nas lutas quanto te permitam as possibilidades e convida-te à oração, a fim de poderes prosseguir íntimorato pelo caminho da redenção. Lobrigarás, então, melhor entendimento sobre coisas, fatos e pessoas.




FRANCO, Divaldo Pereira. Convites da Vida
Pelo Espírito Joanna de Ângelis. 



A GRANDE LUTA

  “Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas sim contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas...